Li este artigo hoje no café, na edição de ontem do diário mexicano La Jornada.
É um bom artigo que mostra bem o que já se está a passar e que se passará nas Honduras com o afastamento de Manuel Zelaya. E é mais do mesmo. Do mesmo que assolou a América latina no século XX, no Chile, na Argentina, no Uruguai, na Nicarágua, no Brasil... História de um continente.
Já há e haverá mais prisões arbitrárias e outras muito direccionadas como a de rafael Alegría, líder camponês e revolucionário da Via Campesina.
Já há e haverá torturas e assassinatos seguidos de "desaparições" como com Pedro Magdiel Muñoz, de 23 anos e encontrado morto com marcas de tortura e 42 punhaladas num terreno baldio.
A administração dos EUA cumpre o seu papel classificando de provocações e de imprudências as tentativas do presidente constitucional das Honduras de tentar voltar ao seu país e manipulando o seu fantoche costarricense Arias.
O governo interino de Micheletti faz ameaças veladas a Zelaya:
"La loca del pueblo dice que Mel (sobrenombre de Zelaya) tiene las horas contadas, porque si opone resistencia al arresto, será sometido por las fuerzas de seguridad y no precisamente con balas de goma"
-El Heraldo
-El Heraldo
Mas o povo hondurenho resiste e resiste Zelaya com o apoio da ALBA (Alianza Bolivariana para las Américas) e toda a solidariedade internacional que pode encontrar.
É por isso que é tão importante estar dia 28 (amanhã) às 19 horas em frente ao consulado das Honduras na praça do Rossio!
(Ver convocatória da CGTP)
É por isso que é tão importante estar dia 28 (amanhã) às 19 horas em frente ao consulado das Honduras na praça do Rossio!
(Ver convocatória da CGTP)
