"A 6 de Agosto assinalam-se 66 anos de um dos maiores crimes que a história da humanidade conhece.
75 mil pessoas foram instantaneamente mortas devido ao rebentamento de uma primeiro bomba atómica. A cidade de Hiroshima foi arrasada; humanos, restantes animais e plantas ou foram mortos ou ficaram indelevelmente afectados.
A 9 do mesmo mês de 1945, idêntico crime foi praticado sobre outra cidade japonesa: Nagasaki.
Esses eventos funestos foram o culminar do holocausto da 2ª Grande Guerra Mundial.
E foi um acto completamente injustificável e mesmo desnecessário do ponto de vista militar: aquelas cidades não eram alvos militares, a Alemanha tinha-se rendido já, e o Japão, além de derrotado, já dera sinais de se vir a render.
Os EUA, ao utilizarem aquele armamento, quiseram afirmar o seu poder. Foi um aviso a quem pretendesse opor-se à sua hegemonia; uma chantagem e uma ameaça que perduraria sobre os povos.
A actual situação internacional caracteriza-se por guerras de agressão (Afeganistão, Iraque, Líbia) e por continuada manipulação e subversão do Direito Internacional. Algumas potências económicas e militares tornaram usual a hipocrisia, a ameaça, a mentira e o uso da força nas relações internacionais, para subjugar outras nações. Reflexo, também, da mais grave crise financeira e económica desde 1933.
A História não se repete, mas temos que reconhecer existirem preocupantes semelhanças com a situação económica e politica mundial do início dos anos 30.
A grave crise do capitalismo agrava o perigo de uma guerra, porventura geral, que em vista do armamento moderno existente, arrasaria o habitat e a espécie humana. O capitalismo tem encontrado nas guerras uma das saídas para as suas crises, foi assim em 1914, e de novo em 1939. Porém, uma guerra com os actuais armamentos poria em risco a existência da humanidade."
Comité Português para a Paz e a Cooperação
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6.8.11
6.8.09
"E uma vida de paz exigimos!"
Há 64 anos o então presidente dos EUA, Harry Truman terminou o projecto iniciado por Roosevelt lançando a primeira bomba atómica sobre Hiroshima.
A Segunda Guerra Mundial tinha acabado em Maio, mas ele queria experimentar o brinquedo novo, afinal tinha-se gasto tanto dinheiro naquilo que seria uma pena não usar!
E como se não bastasse repetiu a proeza passados 3 dias em Nagasaky. Aos milhares de mortos instantâneos há que juntar os mortos por ferimentos, por exposição a radiação, os cancros, as leucemias, as deformações nas gerações seguintes e estamos a falar de uma larga maioria de civis.
Os EUA são o único país que cometeu uma atrocidade deste tamanho contra a população humana. Talvez seja por isso que se acham no direito de dizer quem pode ter ou não armas nucleares. Eu diria que precisamente por isso não deviam ter voto na matéria mas enfim...
Pelo menos, quando me lembro destas atrocidades também me lembro da grande voz da Luísa Basto a cantar o hino da FMJD que sempre é uma coisa bonita no meio de tanta fealdade (e que podem descarregar aqui).
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