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18.11.11
65 anos da FMJD
Há uns dias lembrei que a Federação Mundial da Juventude Democrática fazia 66 anos.
Hoje convido a que passem os olhos sobre a exposição do 65º aniversário da mesma organização.
Está aqui: http://www.wfdy.org/wp-content/uploads/2011/11/65years_expoweb.pdf
10.11.11
Aniversários importantes
Hoje fazem anos duas organizações que muito prezo.
A que me é mais próxima (geográficamente e a nível de história pessoal): a Juventude Comunista Portuguesa.
Não me vou alongar sobre ela (já o fiz em há dois anos) quero só assinal os 32 anos da JCP e saudar o seu grande trabalho de organização da Juventude portuguesa e de solidariedade e cooperação internacionais.
A mais abrangente (embora menos próxima): a Federação Mundial da Juventude Democrática.
Convido a que visitem a página web da FMJD para que percebam um pouco mais do trabalho, do alcance e da importância desta organização mundial.
Formou-se em 1945, à saída da II Guerra Mundial e em 66 anos de História não degenerou apesar das pressões e dificuldades crescentes contra a sua natureza democrática e solidária; de comunhão e luta; de organização e alegria (ou não fosse ela uma organização de juventude) e, claro, pacífica e anti-imperialista (passo a redundância).
A FMJD organiza o Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, que teve a sua última edição em Dezembro de 2010 na África do Sul sob o lema "Derrotemos o imperialismo, por um mundo de paz, solidariedade e transformação social"
Decorre esta semana, em Lisboa, na sede da Voz do Operário a 18ª Assembleia da FMJD que termina com um Comíicio-Festa também na Voz do Operário.
Parabéns às duas!
A que me é mais próxima (geográficamente e a nível de história pessoal): a Juventude Comunista Portuguesa.
Não me vou alongar sobre ela (já o fiz em há dois anos) quero só assinal os 32 anos da JCP e saudar o seu grande trabalho de organização da Juventude portuguesa e de solidariedade e cooperação internacionais.
A mais abrangente (embora menos próxima): a Federação Mundial da Juventude Democrática.
Convido a que visitem a página web da FMJD para que percebam um pouco mais do trabalho, do alcance e da importância desta organização mundial.
Formou-se em 1945, à saída da II Guerra Mundial e em 66 anos de História não degenerou apesar das pressões e dificuldades crescentes contra a sua natureza democrática e solidária; de comunhão e luta; de organização e alegria (ou não fosse ela uma organização de juventude) e, claro, pacífica e anti-imperialista (passo a redundância).
A FMJD organiza o Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, que teve a sua última edição em Dezembro de 2010 na África do Sul sob o lema "Derrotemos o imperialismo, por um mundo de paz, solidariedade e transformação social"
Decorre esta semana, em Lisboa, na sede da Voz do Operário a 18ª Assembleia da FMJD que termina com um Comíicio-Festa também na Voz do Operário.
Parabéns às duas!
29.12.10
O 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes #3
Os Seminários
Com a participação da delegação portuguesa, aplicada e dignificante. Foi a troca de experiências, conhecer diferentes realidades através de quem as vive e as constrói.
Foi particularmente agradável observar a vontade de partilhar e a curiosidade de saber mais dos participantes.
Com a participação da delegação portuguesa, aplicada e dignificante. Foi a troca de experiências, conhecer diferentes realidades através de quem as vive e as constrói.
Foi particularmente agradável observar a vontade de partilhar e a curiosidade de saber mais dos participantes.
O 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes #1
Visão Geral
O 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes decorreu de 13 a 21 de Dezembro em Tshwane na África do Sul.
Teve uma programação rica, de temas variados, durante a qual muitos milhares de jovens do Mundo se mostraram solidários com povos como o do Sahara Ocidental, ou da Palestina, discutiram o desemprego, a Paz e a guerra, a pobreza. Conversaram sobre o acesso à cultura e aos recursos naturais. Enfim, falaram de todos os assuntos sérios que afectam o Mundo e a juventude em particular e com particular intensidade e a seguir dançaram e cantaram e conviveram.
O Festival correu bem apesar das provocações de uma delegação marroquina absolutamente desligada do espírito de paz e de liberdade do Festival.
Foram oito dias de convívio são, de conhecer gente de inúmeros países, de encontrar similitudes e diferenças, de conhecer culturas de longe, de rir dos costumes próprios e alheios; foram oito dias de ginástica mental intensa no ultrapassar das barreiras linguísticas, porque a vontade de comunicar era muita e grande. Mas sobretudo, foram oito dias de trato cordial e amigável; foram oito dias de boa disposição e alegria que provam que a boa convivência entre a juventude e os povos do Mundo não só é possível como é lógica.
O 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes decorreu de 13 a 21 de Dezembro em Tshwane na África do Sul.
Teve uma programação rica, de temas variados, durante a qual muitos milhares de jovens do Mundo se mostraram solidários com povos como o do Sahara Ocidental, ou da Palestina, discutiram o desemprego, a Paz e a guerra, a pobreza. Conversaram sobre o acesso à cultura e aos recursos naturais. Enfim, falaram de todos os assuntos sérios que afectam o Mundo e a juventude em particular e com particular intensidade e a seguir dançaram e cantaram e conviveram.
O Festival correu bem apesar das provocações de uma delegação marroquina absolutamente desligada do espírito de paz e de liberdade do Festival.
Foram oito dias de convívio são, de conhecer gente de inúmeros países, de encontrar similitudes e diferenças, de conhecer culturas de longe, de rir dos costumes próprios e alheios; foram oito dias de ginástica mental intensa no ultrapassar das barreiras linguísticas, porque a vontade de comunicar era muita e grande. Mas sobretudo, foram oito dias de trato cordial e amigável; foram oito dias de boa disposição e alegria que provam que a boa convivência entre a juventude e os povos do Mundo não só é possível como é lógica.
8.5.10
No 65º aniversário do fim do Nazi-fascismo
Tenho, tipicamente, pouca noção de que foi há tão pouco tempo que os povos se livraram do Nazi-fascismo. Acho que gostava que as atrocidades que o caracterizaram pertencessem a uma sociedade mais antiga, mais retrógrada, medieval quase. Que não fosse algo tão próximo. Mas é, e convém ter isso presente, por desagradável que seja.
É preciso porque há muitas atrocidades que, sem que sejam documentadas como as nazis, acontecem por todo o mundo e não podem ficar impunes.
A propósito, recomendo o comunicado de Federação Mundial da Juventude Democrática.
Tambén deixo aos visitantes o brilhantismo e o enorme e profundo humanismo do Chaplin que em 1940 soube fazer um dos mais bonitos, necessários e justos discursos políticos que já ouvi.
Disfrutem, lembrem e lutem!
Que nunca mais!
É preciso porque há muitas atrocidades que, sem que sejam documentadas como as nazis, acontecem por todo o mundo e não podem ficar impunes.
A propósito, recomendo o comunicado de Federação Mundial da Juventude Democrática.
Tambén deixo aos visitantes o brilhantismo e o enorme e profundo humanismo do Chaplin que em 1940 soube fazer um dos mais bonitos, necessários e justos discursos políticos que já ouvi.
Disfrutem, lembrem e lutem!
Que nunca mais!
Etiquetas:
Chaplin,
FMJD,
II Guerra Mundial,
nazi-fascismo
6.8.09
"E uma vida de paz exigimos!"
Há 64 anos o então presidente dos EUA, Harry Truman terminou o projecto iniciado por Roosevelt lançando a primeira bomba atómica sobre Hiroshima.
A Segunda Guerra Mundial tinha acabado em Maio, mas ele queria experimentar o brinquedo novo, afinal tinha-se gasto tanto dinheiro naquilo que seria uma pena não usar!
E como se não bastasse repetiu a proeza passados 3 dias em Nagasaky. Aos milhares de mortos instantâneos há que juntar os mortos por ferimentos, por exposição a radiação, os cancros, as leucemias, as deformações nas gerações seguintes e estamos a falar de uma larga maioria de civis.
Os EUA são o único país que cometeu uma atrocidade deste tamanho contra a população humana. Talvez seja por isso que se acham no direito de dizer quem pode ter ou não armas nucleares. Eu diria que precisamente por isso não deviam ter voto na matéria mas enfim...
Pelo menos, quando me lembro destas atrocidades também me lembro da grande voz da Luísa Basto a cantar o hino da FMJD que sempre é uma coisa bonita no meio de tanta fealdade (e que podem descarregar aqui).
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