Hoje fazem anos duas organizações que muito prezo.
A que me é mais próxima (geográficamente e a nível de história pessoal): a Juventude Comunista Portuguesa.
Não me vou alongar sobre ela (já o fiz em há dois anos) quero só assinal os 32 anos da JCP e saudar o seu grande trabalho de organização da Juventude portuguesa e de solidariedade e cooperação internacionais.
A mais abrangente (embora menos próxima): a Federação Mundial da Juventude Democrática.
Convido a que visitem a página web da FMJD para que percebam um pouco mais do trabalho, do alcance e da importância desta organização mundial.
Formou-se em 1945, à saída da II Guerra Mundial e em 66 anos de História não degenerou apesar das pressões e dificuldades crescentes contra a sua natureza democrática e solidária; de comunhão e luta; de organização e alegria (ou não fosse ela uma organização de juventude) e, claro, pacífica e anti-imperialista (passo a redundância).
A FMJD organiza o Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, que teve a sua última edição em Dezembro de 2010 na África do Sul sob o lema "Derrotemos o imperialismo, por um mundo de paz, solidariedade e transformação social"
Decorre esta semana, em Lisboa, na sede da Voz do Operário a 18ª Assembleia da FMJD que termina com um Comíicio-Festa também na Voz do Operário.
Parabéns às duas!
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10.11.11
29.12.10
O 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes #3
Os Seminários
Com a participação da delegação portuguesa, aplicada e dignificante. Foi a troca de experiências, conhecer diferentes realidades através de quem as vive e as constrói.
Foi particularmente agradável observar a vontade de partilhar e a curiosidade de saber mais dos participantes.
Com a participação da delegação portuguesa, aplicada e dignificante. Foi a troca de experiências, conhecer diferentes realidades através de quem as vive e as constrói.
Foi particularmente agradável observar a vontade de partilhar e a curiosidade de saber mais dos participantes.
O 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes #1
Visão Geral
O 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes decorreu de 13 a 21 de Dezembro em Tshwane na África do Sul.
Teve uma programação rica, de temas variados, durante a qual muitos milhares de jovens do Mundo se mostraram solidários com povos como o do Sahara Ocidental, ou da Palestina, discutiram o desemprego, a Paz e a guerra, a pobreza. Conversaram sobre o acesso à cultura e aos recursos naturais. Enfim, falaram de todos os assuntos sérios que afectam o Mundo e a juventude em particular e com particular intensidade e a seguir dançaram e cantaram e conviveram.
O Festival correu bem apesar das provocações de uma delegação marroquina absolutamente desligada do espírito de paz e de liberdade do Festival.
Foram oito dias de convívio são, de conhecer gente de inúmeros países, de encontrar similitudes e diferenças, de conhecer culturas de longe, de rir dos costumes próprios e alheios; foram oito dias de ginástica mental intensa no ultrapassar das barreiras linguísticas, porque a vontade de comunicar era muita e grande. Mas sobretudo, foram oito dias de trato cordial e amigável; foram oito dias de boa disposição e alegria que provam que a boa convivência entre a juventude e os povos do Mundo não só é possível como é lógica.
O 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes decorreu de 13 a 21 de Dezembro em Tshwane na África do Sul.
Teve uma programação rica, de temas variados, durante a qual muitos milhares de jovens do Mundo se mostraram solidários com povos como o do Sahara Ocidental, ou da Palestina, discutiram o desemprego, a Paz e a guerra, a pobreza. Conversaram sobre o acesso à cultura e aos recursos naturais. Enfim, falaram de todos os assuntos sérios que afectam o Mundo e a juventude em particular e com particular intensidade e a seguir dançaram e cantaram e conviveram.
O Festival correu bem apesar das provocações de uma delegação marroquina absolutamente desligada do espírito de paz e de liberdade do Festival.
Foram oito dias de convívio são, de conhecer gente de inúmeros países, de encontrar similitudes e diferenças, de conhecer culturas de longe, de rir dos costumes próprios e alheios; foram oito dias de ginástica mental intensa no ultrapassar das barreiras linguísticas, porque a vontade de comunicar era muita e grande. Mas sobretudo, foram oito dias de trato cordial e amigável; foram oito dias de boa disposição e alegria que provam que a boa convivência entre a juventude e os povos do Mundo não só é possível como é lógica.
25.12.10
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