Mostrando postagens com marcador Paz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paz. Mostrar todas as postagens
21.9.11
No dia internacional da Paz
Hoje é o dia internacional da Paz. Uma senhora de quem gosto muito diz (e não sem razão) que os governantes em geral criam um dia internacional para todas as causas a propósito das quais não tencionam fazer nada.
Ainda assim nada nos impede de aproveitar esses dias para darmos uma voz especial a essas causas (mas convém não nos esquecermos de fazer por elas todos os dias).
No dia internacional da Paz seguramente haverá mortos em muitas guerras, no Afeganistão, no Iraque, na Líbia, na Palestina (para esses parece que a guerra nunca acaba). Haverá mortos onde nem nos lembramos que há guerra, no México, no Iémen, na Colômbia, nas Honduras (e em demasiados outros). Haverá os mortos do absurdo da guerra das farmacêuticas contra a Humanidade (que outra não é que a do capitalismo contra a Humanidade), ou seja, os que morrem de cólera e paludismo, de sarampo, de tuberculoses, de coisas estúpidas dessas com curas simples e baratas, mas caras demais para quem delas sofre.
No dia internacional da Paz decorrerá ainda a mais longa, feia e mortífera de todas as guerras, a Fome (também essa mais uma cara da guerra do capitalismo contra a Humanidade e o Humanismo).
No dia internacional da Paz deixo cá na Eira um dos maiores lutadores pela Paz (ainda que possa parecer um paradoxo não o é) de que tenho conhecimento. Este não tem o prémio Nobel da Paz, mas pensando bem nos laureados, talvez até fosse insultuoso para ele ser-lhe atribuído.
No dia mundial da Paz deixo cá na Eira o Pete Seeger.
Etiquetas:
dia internacional da paz,
guerra,
Paz,
Pete Seeger
29.12.10
O 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes #1
Visão Geral
O 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes decorreu de 13 a 21 de Dezembro em Tshwane na África do Sul.
Teve uma programação rica, de temas variados, durante a qual muitos milhares de jovens do Mundo se mostraram solidários com povos como o do Sahara Ocidental, ou da Palestina, discutiram o desemprego, a Paz e a guerra, a pobreza. Conversaram sobre o acesso à cultura e aos recursos naturais. Enfim, falaram de todos os assuntos sérios que afectam o Mundo e a juventude em particular e com particular intensidade e a seguir dançaram e cantaram e conviveram.
O Festival correu bem apesar das provocações de uma delegação marroquina absolutamente desligada do espírito de paz e de liberdade do Festival.
Foram oito dias de convívio são, de conhecer gente de inúmeros países, de encontrar similitudes e diferenças, de conhecer culturas de longe, de rir dos costumes próprios e alheios; foram oito dias de ginástica mental intensa no ultrapassar das barreiras linguísticas, porque a vontade de comunicar era muita e grande. Mas sobretudo, foram oito dias de trato cordial e amigável; foram oito dias de boa disposição e alegria que provam que a boa convivência entre a juventude e os povos do Mundo não só é possível como é lógica.
O 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes decorreu de 13 a 21 de Dezembro em Tshwane na África do Sul.
Teve uma programação rica, de temas variados, durante a qual muitos milhares de jovens do Mundo se mostraram solidários com povos como o do Sahara Ocidental, ou da Palestina, discutiram o desemprego, a Paz e a guerra, a pobreza. Conversaram sobre o acesso à cultura e aos recursos naturais. Enfim, falaram de todos os assuntos sérios que afectam o Mundo e a juventude em particular e com particular intensidade e a seguir dançaram e cantaram e conviveram.
O Festival correu bem apesar das provocações de uma delegação marroquina absolutamente desligada do espírito de paz e de liberdade do Festival.
Foram oito dias de convívio são, de conhecer gente de inúmeros países, de encontrar similitudes e diferenças, de conhecer culturas de longe, de rir dos costumes próprios e alheios; foram oito dias de ginástica mental intensa no ultrapassar das barreiras linguísticas, porque a vontade de comunicar era muita e grande. Mas sobretudo, foram oito dias de trato cordial e amigável; foram oito dias de boa disposição e alegria que provam que a boa convivência entre a juventude e os povos do Mundo não só é possível como é lógica.
21.11.10
Pequenas delícias da nossa Constituição #3
"Portugal preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos."
Constituição da República Portuguesa, Ponto 2, Artigo 7º (Relações Internacionais)
Porque cheguei há umas horas da manifestação pela Paz e contra a NATO em Lisboa a delícia da Constituição é sobre as relações internacionais.
Foi uma grande manifestação, de bem mais do que as 8 mil pessoas que diz o Público.
Foi o que tinha que ser, uma marcha pacífica pela paz e contra a NATO. Foi ordeira e reivindicativa ao mesmo tempo e apagada da rádio e dos telejornais pelo grupelho de arruaceiros que lá ficou no final.
Como sempre cada um cumpriu o seu papel, o meu foi em defesa da Paz.
Constituição da República Portuguesa, Ponto 2, Artigo 7º (Relações Internacionais)
Porque cheguei há umas horas da manifestação pela Paz e contra a NATO em Lisboa a delícia da Constituição é sobre as relações internacionais.
Foi uma grande manifestação, de bem mais do que as 8 mil pessoas que diz o Público.
Foi o que tinha que ser, uma marcha pacífica pela paz e contra a NATO. Foi ordeira e reivindicativa ao mesmo tempo e apagada da rádio e dos telejornais pelo grupelho de arruaceiros que lá ficou no final.
Como sempre cada um cumpriu o seu papel, o meu foi em defesa da Paz.
Etiquetas:
constituição portuguesa,
manifestação,
NATO,
Paz
4.6.10
Israel, EUA e a Paz
O pacifismo deste Nobel da Paz já deixou de me surpreender há uns tempos, agora cansa-me profundamente ao mesmo tempo que continua a indignar-me.
22.2.10
E ainda a NATO
“Já deixei muito claro às nossas forças que estamos aqui para proteger o povo afegão e matar ou ferir inadvertidamente civis mina a confiança que depositam na nossa missão”
-General Stanley McChrystal
Pergunto-me quem é que protege o povo afegão dos seus protectores.
Este é o papel da NATO, é a sua linha de acção, sempre, desde que foi formada. É matar, é destruir, é infundir o medo. É ter os povos suficientemente amedrontados, assustados ou simplesmente mortos para os poder saquear das suas riquezas sem que se revoltem ou apesar da sua revolta.
É destruir para oferecer aos amigos, em bandeja de prata, negociatas multi-milionárias com a reconstrução dos países que um dia "albergaram terroristas".
Os terroristas são como toupeiras, andam em túneis debaixo da terra e é preciso bombardear e contaminar para os destruir. Escondem-se nas casas e nos carros dos civis que, automaticamente se tornam centros de operações e transportes rebeldes, terroristas. E o terrorismo é uma epidemia que tem que ser erradicada e que não poupa ninguém. Contagia até as criancinhas que, por isso, também devem ser eliminadas.
É assim no Kosovo, no Iraque, na Colômbia... É assim ainda e mais uma vez no Afeganistão onde a NATO assassinou de novo, matando a pelo menos 33 pessoas, entre elas 4 mulheres e uma criança.
É a demonstração absoluta de que a existência da NATO é incompatível com a Paz. Porque a Paz não se consegue quando são assassinos os que ditam as regras do jogo.
Mas um dia o jogo vira...
Este é o papel da NATO, é a sua linha de acção, sempre, desde que foi formada. É matar, é destruir, é infundir o medo. É ter os povos suficientemente amedrontados, assustados ou simplesmente mortos para os poder saquear das suas riquezas sem que se revoltem ou apesar da sua revolta.
É destruir para oferecer aos amigos, em bandeja de prata, negociatas multi-milionárias com a reconstrução dos países que um dia "albergaram terroristas".
Os terroristas são como toupeiras, andam em túneis debaixo da terra e é preciso bombardear e contaminar para os destruir. Escondem-se nas casas e nos carros dos civis que, automaticamente se tornam centros de operações e transportes rebeldes, terroristas. E o terrorismo é uma epidemia que tem que ser erradicada e que não poupa ninguém. Contagia até as criancinhas que, por isso, também devem ser eliminadas.
É assim no Kosovo, no Iraque, na Colômbia... É assim ainda e mais uma vez no Afeganistão onde a NATO assassinou de novo, matando a pelo menos 33 pessoas, entre elas 4 mulheres e uma criança.
É a demonstração absoluta de que a existência da NATO é incompatível com a Paz. Porque a Paz não se consegue quando são assassinos os que ditam as regras do jogo.
Mas um dia o jogo vira...
Assinar:
Postagens (Atom)
