O que eu já ando a dizer há uns anos
"Especialistas da Universidade de Coimbra defendem que a quebra da natalidade se deve a obstáculos económicos, rejeitando "o mito" de uma crise da família e da "questão motivacional".É a crise económica e a falta de dinheiro que mais pesam na decisão de não ter filhos."
Olha que grande novidade!
Sabem quem é que tem andado a apresentar propostas que valorizam o trabalho, os salários e a vida familiar? O PCP e o PEV.
Sabem quem tem votado sistematicamente contra o abaixamento dos salários, contra a nova lei das rendas, pela gratuitidade do ensino e da saúde? O PCP e o PEV.
Sabem quem tem lutado e apresentado propostas com vista ao desenvolvimento da produção nacional, do emprego e da soberania do nosso Povo e do nosso País? O PCP e o PEV.
Nem é preciso escolher entre os dois, concorrem coligados às eleições para o Parlamento Europeu do próximo Domingo. Já viram que sorte?!
Dia 25 de Maio vota CDU!
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21.5.14
5.5.11
Arregaçar as mangas
Ao ler no Público de ontem as principais medidas do acordo com a troika há uma sucessão ordenada de reacções.
Primeiro espanto-me (sim, eu sei, não devia, já devia estar à espera; mas espanto-me ainda que pouco, não consigo evitar), assimilo.
Depois vem uma mistura de uma grande dose de tristeza com a pontinha da faca do desespero a começar a espetar-se. E desespero porque nos vai custar tanto, a nós colectivo do povo português e a cada um de nós, enquanto pessoa individualizada e de características e história(s) irrepetíveis (por mais semelhantes que sejam). E entristeço-me porque sei que vamos demorar muito a recuperar desta estocada (aqui só nós, porque só o colectivo e em colectivo nos levantamos desta).
A seguir respiro fundo, penso que coisas piores já nos aconteceram (nós povo português, mais uma vez) e demos a volta, e construímos um país muito melhor do que alguns abutres agoiravam (e queriam) que pudéssemos conseguir. Penso também que o mais provável é que coisas piores estejam ainda para vir e que teremos que saber sobreviver-lhes.
E quase a terminar penso que isto vai dar é mesmo muito trabalho a resolver.
Por fim, organizo-me (é claro!), arregaçamos as mangas e lutamos!
E dia 5 sei bem em quem voto, é na CDU!
28.10.10
Explicando a Crise desde uma perspectiva marxista
Encontrei este vídeo depois de ver um que lhe está asociado e que também vale a pena ver.
É um bocadinho grande, mas vale a pena ver e explorar um pouco os vídeos associados.
Lamento esteja em inglês e sem legendas, mas não encontrei legendado.
Desfrutem
É um bocadinho grande, mas vale a pena ver e explorar um pouco os vídeos associados.
Lamento esteja em inglês e sem legendas, mas não encontrei legendado.
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marxismo
6.6.10
A crise, as crianças e o voto
"Como explicar a crise às crianças"
"Especialistas garantem que aos três anos as crianças já devem saber porque não podem ter brinquedos novos."
"Especialistas garantem que aos três anos as crianças já devem saber porque não podem ter brinquedos novos."
Se a explicação for verdadeira pelo menos aos 18 anos votarão melhor que os pais!
26.5.10
Governos e govern(ad)os
É mesmo, há governos que nos governam e outros que se governam:
A 6 de Outubro de 1975 o 1º ministroVasco Gonçalves pedia "Um dia de trabalho para a Nação" e o povo respondia produzindo um resultado financeiro de 13000 contos.
A 25 de Maio de 2010 a ministra do trabalho Helena André, respondendo à possibilidade de uma greve geral convocada pela CGTP, diz que a situação é difícil no país, que é preciso “que todos possam dar as mãos para podermos ultrapassar esta dificuldade”; que “precisamos do empenho de todos os portugueses”.
A 6 de Outubro de 1975 o 1º ministroVasco Gonçalves pedia "Um dia de trabalho para a Nação" e o povo respondia produzindo um resultado financeiro de 13000 contos.
A 25 de Maio de 2010 a ministra do trabalho Helena André, respondendo à possibilidade de uma greve geral convocada pela CGTP, diz que a situação é difícil no país, que é preciso “que todos possam dar as mãos para podermos ultrapassar esta dificuldade”; que “precisamos do empenho de todos os portugueses”.
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Vasco Gonçalves
18.1.10
Cada vez há menos cegonhas
É este o título do artigo do Público que nos dá conta que nasceram em 2009 menos 4 mil crianças que em 2008.
Parece que os 200€ do nosso 1º ministro não são muito convincentes...
O senhor médico queixa-se da crise e da "desagregação completa do conceito de família" e das "actuais prioridades dos casais".
A senhora socióloga congratula-se pelas conquistas sociais que estes dados revelam.
Ora, a senhora socióloga tem razão em muito do que diz, o planemento familiar é, de facto, uma grande conquista social, no entanto o senhor médico também tem alguma razão em queixar-se da crise. Acho é que já não tem tanta em relação à "desagregação completa do conceito de família".
Eu conheço muita gente de vinte e poucos anos que quer ter filhos, mas conheço muito pouca que queira ter filhos para eles serem criados pelos avós.
Ou que os queira ter sem saber se ainda tem emprego dalí a uns mesitos.
Ou que queira ter filhos antes de ter o primeiro emprego, já que aos 28 anos ainda está a estudar aquele doutoramento que a impede de dizer "Estou desempregada".
Ou que se decida a tê-los quando faz as contas e o salário que ganha não chegaria para as fraldas.
Ou que se decida a engravidar sabendo que isso lhe custaria a renovação do contrato precário e a prazo que tem.
Ou que...
Pois é, acho que está mais ou menos clara a causa da baixa taxa de natalidade portuguesa.
5.8.09
E ainda há quem diga que a crise é para todos!
"Lucros dos cinco maiores bancos em Portugal ultrapassou os mil milhões no primeiro semestre"
"Em termos diários, entre Janeiro e Junho, os lucros das cinco instituições financeiras ascenderam a 5,9 milhões de euros, isto é, mais de um milhão de euros (1,2 milhões) de lucros por dia para cada uma delas."
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