Porque no Terreiro do Paço éramos imensos, mas não suficientes.
Dia 22 de Março é dia de Greve Geral!
Em breve retomaremos as "Pessoas bonitas" cá na Eira. Há uma grande fila só à espera de entrar.
16.2.12
13.2.12
8.2.12
Um post que já cá devia estar!
Porque não há-de pesar na minha consciência
- a falta de reconhecimento do meu trabalho e da minha competência;
- a precariedade do meu trabalho;
- a exploração do nosso povo;
- a destruição do aparelho produtivo português (ou o que resta dele);
- o desmantelamento das empresas públicas de transportes;
- o empobrecimento generalizado da população;
- o roubo nos salários e nas pensões;
- a privatização do serviço nacional de saúde;
e tantas coisas mais que estes sacanas (para não lhes chamar oura coisa) andam a fazer que nem cabem cá todas é que eu vou no Sábado vamos ao Terreiro do Paço.
Para pôr o Passos (e companhia) na linha.
Como o Samuel diz que quem cala consente cá em Coimbra dizemos que não nos calam!
E Sábado havemos de o dizer (e gritar bem alto) no Terreiro do Paço juntamente com muito Povo!
Todos à manif!
- a falta de reconhecimento do meu trabalho e da minha competência;
- a precariedade do meu trabalho;
- a exploração do nosso povo;
- a destruição do aparelho produtivo português (ou o que resta dele);
- o desmantelamento das empresas públicas de transportes;
- o empobrecimento generalizado da população;
- o roubo nos salários e nas pensões;
- a privatização do serviço nacional de saúde;
e tantas coisas mais que estes sacanas (para não lhes chamar oura coisa) andam a fazer que nem cabem cá todas é que eu vou no Sábado vamos ao Terreiro do Paço.
Para pôr o Passos (e companhia) na linha.
Como o Samuel diz que quem cala consente cá em Coimbra dizemos que não nos calam!
E Sábado havemos de o dizer (e gritar bem alto) no Terreiro do Paço juntamente com muito Povo!
Todos à manif!
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21.1.12
Que culpa tem o Pastel de nata(*)
(*) Com as devidas desculpas aos Quilapayún.
À conta das declarações do ministro da economia sobre o potencial económico internacional do pastel de nata e das lamúrias do (infelizmente) Presidente da República sobre a suficiência da sua reforma lembrei-me de um acanção muito pouco ortodoxa dos Quilapayún.
Desfrutem e atentem bem na última estrofe, que um dia isto vira, como a tortilla.
À conta das declarações do ministro da economia sobre o potencial económico internacional do pastel de nata e das lamúrias do (infelizmente) Presidente da República sobre a suficiência da sua reforma lembrei-me de um acanção muito pouco ortodoxa dos Quilapayún.
Desfrutem e atentem bem na última estrofe, que um dia isto vira, como a tortilla.
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21.12.11
Não é nada mau sinal
Hoje estive com um senhor (com idade suficiente para ter conhecido o tempo da outra senhora mas insuficiente para se reformar) que estava muito indignado com o convite do Primeiro Ministro à emigração dos professores, logo secundado e generalizado às outras classes profissionais por Paulo Rangel.
Ele perguntava "até quando" ía isto estar assim (a vergonha que se vê).
Eu respondi-lhe que até estalar, que eu andava a ver quando podia estalava.
Ele riu-se da expressão tão aberta do meu desejo (está habituado a ver mais resignação ou a revolta mais velada) e disse numa manifesta declaração de disponibilidade:
- Eu já fiz um 25 de Abril!
Como quem diz "quem faz um faz dois".
Ainda que eu saiba que as coisas não são assim tão simples é bom ver esta disponibilidade e este desejo.
É que há mais quem saiba que há alternativa à Austeridade e queira fazer por ela (a alternativa, claro).
Cá estaremos para a construir!
Ele perguntava "até quando" ía isto estar assim (a vergonha que se vê).
Eu respondi-lhe que até estalar, que eu andava a ver quando podia estalava.
Ele riu-se da expressão tão aberta do meu desejo (está habituado a ver mais resignação ou a revolta mais velada) e disse numa manifesta declaração de disponibilidade:
- Eu já fiz um 25 de Abril!
Como quem diz "quem faz um faz dois".
Ainda que eu saiba que as coisas não são assim tão simples é bom ver esta disponibilidade e este desejo.
É que há mais quem saiba que há alternativa à Austeridade e queira fazer por ela (a alternativa, claro).
Cá estaremos para a construir!
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Das taxas moderadoras
Sem querer entrar numa grande explicação sobre a injustiça das taxas moderadoras quero dizer o seguinte:
1- As taxas moderadoras são injustas qualquer que seja o seu valor;
2- As taxas moderadoras são injustas mesmo que sejam mais altas para ricos e mais baixas para pobres (porque essa diferença se faz nos impostos ,sobre os rendimentos e não no SNS)
3- Que a Contituição da República Portuguesa diz no seu artigo 64º que imcumbe prioritariamente ao Estado "Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação "
E dizer que espero nunca ser atendida em nenhum hospital pela bastonária da Ordem dos Enfermeiros (Enf.ª Maria Augusta Sousa) porque me parece que tem um défice de inteligência maior do que o buraco financeiro da Madeira. Se assim não fosse talvez lhe ocorresse que melhorar as condições de trabalho e salariais dos enfermeiros seria uma forma muito melhor de valorizar o trabalho dessa classe profissional do que taxar (perdão, moderar) os utentes do SNS pelos seus serviços.
Adenda:
Na sequência do comentário informado do Paulo Anacleto sinto-me na obrigação de referir no post que a Ordem dos Enfermeiros efectivamente repudiou, através de uma nota de imprensa do seu Conselho Directivo, o aumento das taxas moderadoras.
No entanto, não deixa de ser verdade que a Bastonária acima referida se pôs bem a jeito para a Antena 1 empolar desmesuradamente (e talvez até distorcendo o que a senhora disse) as suas palavras (audíveis aqui). Alguém com cargos com esta importância e tempo de antena tem que pensar melhor no que diz antes de dizer.
De qualquer modo agrada-me muito (naturalmente) a posição oficial da Ordem dos Enfermeiros.
Adenda:
Na sequência do comentário informado do Paulo Anacleto sinto-me na obrigação de referir no post que a Ordem dos Enfermeiros efectivamente repudiou, através de uma nota de imprensa do seu Conselho Directivo, o aumento das taxas moderadoras.
No entanto, não deixa de ser verdade que a Bastonária acima referida se pôs bem a jeito para a Antena 1 empolar desmesuradamente (e talvez até distorcendo o que a senhora disse) as suas palavras (audíveis aqui). Alguém com cargos com esta importância e tempo de antena tem que pensar melhor no que diz antes de dizer.
De qualquer modo agrada-me muito (naturalmente) a posição oficial da Ordem dos Enfermeiros.
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12.12.11
Saiu de casa
Saiu de casa apressada ainda que sem horário fixo para chegar a lado nenhum.
Saiu de casa com pressa de sair de casa, fugindo dos afazeres.
Saiu de casa com passo rápido e a ouvir um punk-rock animado na esperança de libertar pressão.
Saiu de casa de mandíbula apertada como quem mastiga uma raiva ou um desespero.
Saiu de casa na urgência de relaxar, sentou-se na esplanada e pediu um café.
Saiu de casa com pressa de sair de casa, fugindo dos afazeres.
Saiu de casa com passo rápido e a ouvir um punk-rock animado na esperança de libertar pressão.
Saiu de casa de mandíbula apertada como quem mastiga uma raiva ou um desespero.
Saiu de casa na urgência de relaxar, sentou-se na esplanada e pediu um café.
23.11.11
Pessoas bonitas # 9
Hoje a pessoa bonita é cá de Coimbra:
Alberto Vilaça nasceu em Coimbra em 1929 onde estudou Direito e exerceu a profissão de advogado.
Alberto Vilaça nasceu em Coimbra em 1929 onde estudou Direito e exerceu a profissão de advogado.
Fez parte do Conselho Cultural da Associação Académica de Coimbra (1949-50) e da Direcção Geral da mesma (1950-51).
Desenvolveu uma intensa actividade anti-fascista tendo aderido ao PCP em 1949. Foi presidente da Mesa da Assembleia Geral do Ateneu de Coimbra (1952-55 e 1967-71); pertenceu às ccomissões centrais do MUD Juvenil e do MND assim como à Comissão Nacional do III Congresso da Oposição Democrática.
Foi preso seis vezes pela PIDE.
Após o 25 de Abril, presidiu à Junta Distrital de Coimbra (1974-75) e fez parte da Assembleia Municipal desta cidade (1978-79 e 1983-89).
Integrou a Comissão de Toponímia da Câmara Municipal de Coimbra e foi condecorado com o grau de grande oficial da Ordem da Liberdade pelo ex-Presidente da República Jorge Sampaio.
Publicou vários livros pertenceu ainda aos conselhos de redacção das revistas "Via Latina" e "Vértice" e foi sócio fundador da Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo.
Aqui podeis ler a intervenção de António Pedro Pita, à data Director Regional da Cultura do Centro, a 8 de Novembro de 2008, numa homenagem, realizada no âmbito do I Encontro Nacional da Toponímia, em Coimbra.
Dia 24 de Novembro é dia de Greve Geral!
É já amanhã!
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